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Motos e caminhões crescem juntos com os estímulos da economia

Publicado em 30/08/2021


Serviços de entrega e comércio eletrônico ampliaram as vendas dos dois segmentos na casa dos 45%

Apesar de muito diferentes entre si, motos e caminhões vêm reagindo na mesma medida aos estímulos da economia. O desempenho de mercado de ambos os setores anda muito, muito próximo, veja só: de janeiro a julho foram emplacadas 629,9 mil motos, resultando em alta de 44,7% sobre iguais meses do ano passado. Este foi o maior volume de vendas para o período em seis anos. Mais do que isso, em julho foram licenciadas 112,6 mil motos, o melhor mês desde dezembro de 2015.

Agora olhe só os caminhões: 69,5 mil unidades em sete meses, com crescimento de 47,7% sobre igual período de 2020. Para eles, foi o melhor desempenho no período em sete anos. E os licenciamentos de julho, 11,5 mil, foram os mais altos desde dezembro de 2014. São retratos quase iguais obtidos a partir de dados da Fenabrave, entidade que reúne as associações de concessionários.

É preciso dizer que o mercado de automóveis tinha potencial de crescimento próximo a 40% sobre igual período de 2020, já que a indústria local deixou de montar cerca de 130 mil unidades no primeiro semestre por falta de componentes eletrônicos. Como consequência, os emplacamentos de carros cresceram só 20,2%. Mas a oferta de motos e de caminhões também esteve abaixo da demanda nesse período.

O uso frequente das motos para o transporte de encomendas e pequenas cargas acaba explicando esse desempenho semelhante ao dos caminhões, cujas vendas aumentam por causa do agronegócio, mineração e também pelo comércio eletrônico, impulsionado pela pandemia desde 2020.
“Os serviços de entrega por motos cresceram profundamente nas cidades e os caminhões também não pararam de abastecer os centros de distribuição”, afirma o diretor executivo da Fenabrave, Marcelo Franciulli.


Uma pesquisa em números mais antigos revela que motos e caminhões já haviam demonstrado comportamento de mercado parecido em períodos anteriores à pandemia de Covid-19. “São segmentos relacionados a emprego, renda e crescimento da economia”, recorda Franciulli.

Motos e caminhões crescem juntos com os estímulos da economia

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Fonte: Automotive Business

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